A ANCORME foi constituída a 30 de Maio de 1990. De 1990 a 1994 quase exclusivamente se dedicou à Raça Merina Branca, tendo sido apreciados múltiplos rebanhos na região do Alentejo e admitidos no Registo Zootécnico aqueles que possuíam animais (carneiros e ovelhas) com características étnicas compatíveis com o padrão da raça. Em 1994 foi também incluída no trabalho da Associação a Raça Merina Preta que devido ao estímulo das medidas agro-ambientais teve um grande crescimento até à actualidade. Como se poderá depreender, nestes últimos treze anos a ANCORME tem-se dedicado ao trabalho de registo e melhoramento das duas Raças Merinas autóctones. A Raça Merina Branca nos finais da década de 80 verificou um grande crescimento com um elevado número de animais registados, tendo chegado até 22000 fêmeas consideradas no registo. Neste preciso momento, devido a se encontrar desenquadrada das raças autócotnes com apoios concedidos pelo Ministério da Agricultura, está a verificar-se a desistência de um grande número de criadores encontrando-se no registo um número de fêmeas que ultrapassa pouco as 10000. A Raça Merina Preta como lhe têm sido concedidos apoios como raça ameaçada de extinsão e que continua a receber neste quadro comunitário, o número de fêmeas registadas, neste momento, está próximo do das fêmeas da Raça Merina Branca.
Prestação de Serviços e Apoio Técnico
Controle perfomances de crescimento dos borregos nas explorações aderentes. Apreciação das características étnicas e morfológicas e avaliação dos crescimentos para admissão ou não no registo de adultos. Apoio técnico no que diz respeito ao maneio do rebanho duma forma geral. Identificação definitiva de todos os ovinos admitidos.